Secretaria de Agricultura lança Plano de Agricultura de Baixo Carbono

Programa já é desenvolvido em 15 estados brasileiros

Plano ABC é uma política pública composta de um conjunto de ações que visa promover a ampliação da adoção de algumas tecnologias agropecuárias sustentáveis Divulgação 
Plano ABC é uma política pública composta de um conjunto de ações que visa promover a ampliação da adoção de algumas tecnologias agropecuárias sustentáveis Divulgação

A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Pesca e Aquicultura (Seagri) vai realizar, na próxima terça-feira (24), o lançamento do Plano de Agricultura de Baixo Carbono (Plano ABC). O evento acontecerá na sede Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Alagoas (Faeal).

 

Devem participar do evento as entidades que fazem parte da comissão que irá traçar as metas para a implantação do Plano no Estado. Dentre as 20 entidades que participam da comissão, estão a Seagri, Ufal, Sebrae, Emater e Embrapa.

 

“É muito importante para o Estado de Alagoas poder desenvolver uma agricultura voltada para a diminuição dos gases de efeito estufa. Dessa forma, Alagoas entra no cenário nacional onde se busca uma agricultura mais sustentável e eficiente, garantindo emprego e renda aos produtores”, lembrou o secretário da Agricultura, Álvaro Vasconcelos.

Sobre o Plano ABC

O Plano ABC é uma política pública composta de um conjunto de ações que visa promover a ampliação da adoção de algumas tecnologias agropecuárias sustentáveis com alto potencial de mitigação das emissões de gases de efeito estufa (GEE) e combate ao aquecimento global.

 

O Plano ABC foi estruturado em sete Programas: 1) Recuperação de Pastagens Degradadas; 2) Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF) e Sistemas Agroflorestais (SAFs); 3) Sistema Plantio Direto (SPD); 4) Fixação Biológica do Nitrogênio (FBN); 5) Florestas Plantadas; 6) Tratamento de Dejetos Animais; e, 7) Adaptação a Mudanças Climáticas.

 

Em cada programa é proposta a adoção de uma série de ações, como por exemplo, fortalecimento da assistência técnica, capacitação e informação, estratégias de transferência de tecnologia, dias-de-campo, palestras, seminários, workshops, implantação de Unidades de Referência Tecnológica (URTs), campanhas de divulgação e chamadas públicas para contratação de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater).

 

Essas ações estão dividas em três grandes grupos: adaptação às mudanças climáticas, mecanismos para o monitoramento e ações transversais a serem executadas até 2020.

André Risco – Agencia Alagoas