Planejamento divulga especial de preços para o Carnaval

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O folião maceioense terá que investir na criatividade caso queira aproveitar as festas de Momo sem criar prejuízos em suas economias. Pelo menos é o que revela os dados de uma pesquisa sobre itens carnavalescos divulgada nesta quarta-feira, 27, pela Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag).

De acordo com o levantamento, neste ano, os produtos de maior consumo pelos foliões no carnaval foram afetados diretamente pela atual incidência de impostos. Itens como acessórios, fantasias, produtos para o lazer, descartáveis e bebidas fizeram parte da pesquisa e, quando comparados com o mesmo período do ano passado, apresentaram diversas variações.

As máscaras, por exemplo, apresentaram um aumento de 11,16%. Já os acessórios compostos por apitos, colar havaiano, confete e outros tipos de artefatos carnavalescos exibiram variação de 7,96%.

“Isso se explica, principalmente, por conta do crescimento na inflação e nos custos dos últimos meses. Além disso, fatores como a desvalorização da moeda nacional frente ao dólar e no aumento no custo do petróleo contribuíram para o encarecimento desses itens”, revela o gerente de pesquisas da Seplag, Gilvan Sinésio.

A pesquisa mostra ainda que a piscina plástica, tradicional neste período de calor intenso, teve 25,47% de aumento, seguido do prato descartável e copo descartável, com 8,69% e 2,70%, respectivamente.

“Percebe-se que para tais desempenhos, entre outros motivos, há a justificativa de que esses produtos são derivados do petróleo. Já nos casos da cadeira de praia e a caixa térmica, o aumento é plausível, uma vez que eles são os itens que são mais procurados pela população”, esclarece Sinésio.

Em relação ao comportamento de bebidas, nota-se que o maior crescimento foi no refrigerante, que apresentou variação de 21,13%. A tributação imposta neste item foi de 44,55% para os de garrafa e de 46,47% para os de lata. Já a água mineral obteve variação de 10,39%. Itens como cerveja em lata e garrafa variaram 8,08%, com tributação de 55,60%.

“Em geral, a pesquisa realizada demonstra que todos os produtos variaram positivamente. E, por isso, é certo afirmar que o carnaval de 2016 terá um custo mais elevado para os foliões. A recomendação é para que a população pesquise os melhores preços e promoções para amortecer esse aumento no seu bolso. Para os que gostam das fantasias, existe a opção das personalizadas e até mesmo resgatar aquela fantasia antiga e modificá-la pessoalmente. A opção é utilizar a criatividade e cair na folia”, finaliza Sinésio.

Fonte: Seplag

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