Misteriosa para cientistas, superbactéria mata pela primeira vez

Uma das bactérias que mais apavorou cientistas nos últimos anos fez sua primeira vítima. No caso, uma senhora de 70 anos que morava nos Estados Unidos e, mesmo sendo tratada, não foi capaz de combater a doença.

Ainda não identificada, a vítima tinha histórico de passagem por vários países e voltava de uma longa viagem à Índia. No país asiático ela foi hospitalizada diversas vezes nos últimos dois anos para tratar os mais diversos problemas de saúde.

“Acredito que esse momento marque o prenúncio de um futuro bastante ruim que está para chegar”, afirma James Johnson, professor de infectologia da Universidade de Minnesota e um dos principais envolvidos no estudo da superbactéria.

A grande preocupação dos médicos é de que casos como esses fiquem cada vez mais comuns. Antibióticos comuns, usados no dia-a-dia, já se provaram ineficientes. Preocupa também a resistência da bactéria, que ainda tem, como provado nos EUA, poder letal.

No Brasil a preocupação também aparece. Durante 2016 a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) enviou diversos documentos para hospitais nacionais alertando para a aparição de superbactérias.

Yahoo

18/01/2017

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