Marta e Marlone: os brasileiros no The Best

Marta e Marlone: os brasileiros no The Best

Nada de Neymar, Philippe Coutinho ou Tite. O Brasil não tem finalistas entre os melhores jogadores ou treinadores do mundo no prêmio The Best, da Fifa, que será entregue nesta segunda-feira (9), às 15h30 (de Brasília), com Cristiano Ronaldo, Lionel Messi e Antoine Griezmann lutando pela premiação entre os atletas, e Zinedine Zidane, Fernando Santos e Claudio Ranieri tentando a honraria entre os comandantes.

No entanto, dois brasileiros estão na disputa em outras categorias. Marta, sempre ela, está na briga entre as melhores jogadoras do planeta em 2016, enquanto Marlone, meia do Corinthians, está sonhando com o Prêmio Puskas.

Melhor jogadora

Eleita cinco vezes a melhor do mundo, Marta está na briga pela honraria mais uma vez. Desta vez, ela disputa com Melanie Behringer e Carli Lloyd.

A primeira, meia de 31 anos, alemã, é a favorita para ganhar o prêmio. Destaque da Alemanha, que ganhou o ouro inédito nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, quando marcou cinco gols, inclusive os tentos das vitórias sobre China e Canadá, nas quartas e semifinal, respectivamente, ela também ganhou a Bundesliga pelo Bayern.

A estadunidense Lloyd, meia de 34 anos, por sua vez, é a atual vencedora do prêmio. Ela foi a artilheira dos Estados Unidos no ano, com 17 gols, e a líder de assistências, com 11 passes para tentos. Caso vença, será uma zebra. Afinal, apesar do bom desempenho individual, os EUA foram eliminados pela Suécia nas quartas de final da Olimpíada. Foi a primeira vez na história que a equipe não chegou pelo menos na semifinal de um torneio de primeiro escalão.

Marta, meia-atacante de 30 anos, por outro lado, marcou dois gols e deu duas assistências na Olimpíada, quando o Brasil terminou no quarto lugar. Ela corre por fora para ser a primeira atleta a ganhar o prêmio em seis oportunidades.

Prêmio Puskas

O outro representante brasileiro no The Best é Marlone. O meia do Corinthians está entre os três finalistas do Prêmio Puskas. O Brasil tem tradição na honraria. A premiação foi criada em 2009. Grafite ficou em terceiro no primeiro ano, depois Neymar ganhou em 2011 e ficou com o terceiro lugar nos dois anos seguintes, antes de Wendell Lira vencer no ano passado.

Agora, é a vez de Marlone, que entrou na disputa pelo seu golaço contra o Cobresal, pela Libertadores. Seus adversários são Daniuska Rodríguez, que marcou um golaço pela Venezuela contra a Colômbia, no Sul-americano feminino sub-17, e Mohd Faiz Subri, da Malásia, que acertou uma cobrança de falta insana pelo Penang FA contra o Pahang, pelo Campeonato Malaio.

msn

09/01/2017

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