Ex-funcionário processa a Versace por racismo

Não é de hoje que a indústria da moda sofre acusações de preconceito racial e uma das lojas da Versace entrou para a lista.

Christopher Sampiro é ex-funcionário da unidade em Pleasanton, no estado da Califórnia, nos Estados Unidos, e está processando a grife italiana por racismo. Ele alega que a empresa orienta os funcionários a usarem o código ‘D410’ (símbolo usado para denominar roupas pretas), quando clientes negros entram no estabelecimento.

Ao receber a instrução, Christopher disse ao seu superior que era afro-americano e após a conversa, ele afirma que passou a ser tratado de forma diferente pelo chefe. Após 15 dias, veio a demissão com a justificativa de não que Christopher entende sobre o mercado de luxo.

Tudo isso aconteceu em novembro e na ação consta também que a Versace não realizou seu pagamento pelos dias trabalhados, além de não conceder intervalos para descanso. A marca negou as acusações em comunicado. “A Versace acredita fortemente na igualdade de oportunidades, como uma empregadora e como uma varejista. Não toleramos discriminação com base em raça, país de origem ou qualquer outra característica protegida por nossas leis de direito civil. Negamos as alegações desse processo, e não vamos comentar futuros litígios pendentes relacionados”.

Segundo a CNN, uma audiência para a contestação do caso está marcada para 21 de março.

 

Yahoo

05/01/2017

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